Por Que a Partitura é tão Chata para Guitarristas?

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Algo essencial para qualquer músico seja ele um compositor, um instrumentista, ou até mesmo um professor, é ter uma boa leitura e entendimento da escrita musical.

Para os guitarristas isso pode se tornar um verdadeiro pesadelo, já que a leitura no instrumento para muitos é erroneamente deixada de lado. Porém é fácil compreender os motivos que levam os praticantes das seis cordas a tal atitude.

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Por Que Leitura é tão Chata para Guitarristas?

Existem no mínimo dois aspectos que fazem a leitura da partitura ser algo menos encorajador para os guitarristas, como para outros instrumentos de cordas como o violino ou violoncelo por exemplo.

1 – Uma guitarra tradicional possui seis cordas e vinte e dois trates, e muitas vezes para facilitar o nosso estudo dividimos o seu braço em três ou quatro regiões de estudo. Tudo isso torna a visualização das notas e das escalas algo mais complexo do que em um instrumento com menos cordas e uma escala mais curta, como o violino, por exemplo.

2 – Os guitarristas são mal acostumados, a tablatura presta um “ótimo” serviço neste sentido, quantas vezes para facilitar a nossa vida e poupar tempo, recorremos à tablatura ou até mesmo a “orelhada” (tirar de ouvido) ao invés de lermos a partitura.

As Vantagens

Porém existem algumas vantagens na hora de se ler uma partitura sendo um guitarrista ou violonista.

1 – Pela maneira como foi organizada a afinação das guitarras com a escala temperada, nós temos presente no braço do instrumento os trates, o que facilita nossa vida na visualização e execução das notas.

Imagine como deve ser trabalhoso para um trombonista, por exemplo, as suas primeiras aventuras na leitura musical, já que cada nota é retirada pela combinação do sopro e a posição da vara.

Veja abaixo um solo de trombone executado por Wycliffe Gordon.

2 – A outra vantagem em se ler uma partitura na guitarra ou no violão, é que apesar de a guitarra ser considerada um instrumento transpositor. Em sua afinação padrão, costuma se transpor uma oitava para baixo, para que todas as notas caibam na clave de sol.

Algo bem mais prático em relação a outros instrumentos como o saxofone e o trompete, por exemplo, que são instrumentos que costumam ter suas afinações nas notas Mi bemol ou Si bemol, dependendo do tipo. Já a guitarra como nós sabemos não apresenta uma afinação geral para o instrumento, e cada corda é afinada em uma nota diferente.

1º Corda = Mi

2º Corda = Si

3º Corda = Sol

4º Corda = Ré

5º Corda = Lá

6º Corda = Mi

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O que é um Instrumento Transpositor?

Para entendermos melhor o que foi escrito nos parágrafos anteriores, vamos explanar um pouco sobre os instrumentos transpositores.

Um Instrumento transpositor é qualquer instrumento musical que, por qualquer razão, tem suas notas registradas na partitura em altura diferente daquela que realmente soa. Os instrumentos que soam como escrito são chamados não transpositores.

Para evitar ambiguidades, deve ser indicada, no início da partitura, a tonalidade do instrumento, ou seja, a nota que realmente soa quando se escreve um Dó na partitura. Por exemplo, em uma partitura escrita para clarinete em Si bemol, a nota que o músico toca ao ler um Dó, soa como Sib. Assim, ao realizar um arranjo que inclua um clarinete em Si bemol, todas as notas na partitura devem ser escritas exatamente um tom acima daquele que realmente soa.

Há diversas razões para que um instrumento seja transpositor. Alguns instrumentos como o clarinete e o saxofone possuem diversos tamanhos. Estes instrumentos são transpositores para que um músico possa tocar qualquer instrumento da mesma família, sem ter que aprender diversos dedilhados. Por exemplo, a nota escrita como Dó no saxofone alto e no saxofone tenor possui o mesmo dedilhado, mas o som produzido pelo alto é mais agudo que o do tenor. O mesmo ocorre com diversos metais, que possuem três válvulas ou pistos em configuração semelhante.

Em outros casos, como o da guitarra, a transposição limita-se a aumentar ou diminuir uma oitava na escrita, para evitar a mudança de clave ou o uso excessivo de linhas suplementares ao longo da música.

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