Timbre e Versatilidade

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Timbre, a Impressão Digital do Guitarrista

Apesar de a definição de timbre não ser uma coisa tão clara para se colocar em palavras, todos nós sabemos que ele a primeira coisa que reparamos na sonoridade de qualquer instrumento.

O timbre para quem não sabe nada mais é do que o “gosto” ou a “cor” de cada som, a definição teórica é: Característica sonora que nos permite distinguir se sons da mesma frequência foram produzidos por fontes sonoras conhecidas e que nos permite diferenciá-las.

Portanto para qualquer instrumentista o timbre é algo marcante para a sua sonoridade, mas para os praticantes das seis cordas, que possuem de inúmeras ferramentas para alterar o timbre “natural” do instrumento existe uma grande possibilidade de se chegar a um som único resultado da sua maneira de tocar e dos efeitos utilizados por pedais e amplificadores.

Versatilidade, o seu Portifólio

Ser versátil, ou seja, ser capaz de executar diferentes estilos e técnicas em seu instrumento não é uma obrigatoriedade para ser um grande músico.

Se pararmos para pensar os maiores ícones de seus instrumentos nem sempre apresentavam grande versatilidade, Jimi Hendrix, por exemplo, ficou conhecido por seu estilo único, assim como Allan Holdsworth e outros grandes nomes. Mas nos dias atuais se um músico deseja ser empregado de artistas que “bombam” na mídia e estar a disposição para sair em turnê como um músico acompanhante e ser chamado para realizar gravações, ser versátil é um requisito essencial, neste caso muito mais importante do que ter uma forte personalidade musical.

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O Timbre e a Versatilidade de “EJ”

Se existe um guitarrista que consegue juntar, praticamente todas as habilidades que os amantes das seis cordas procuram, esse cara é o guitarrista Texano Eric Johnson.

Qual guitarrista não deseja possuir um timbre incrível em seu instrumento, ter um impressionante bom gosto em suas melodias e improvisos, ser muito versátil capaz de transitar sem nenhuma dificuldade entre o rock, jazz, blues e country e ainda como bônus ser um grande pianista e vocalista. Parece impossível não é? Não para o mestre Eric Johnson!

Timbre e Paranóia

Antes de falarmos mais sobre a história de vida deste brilhante músico, vamos falar daquilo que é a primeira coisa que impressiona a todos a primeira vez que o ouvem, o Timbre de sua guitarra.

Johnson é famoso por produzir um som maravilhoso com seu instrumento, isso com certeza é resultado da combinação de suas mãos, suas guitarras (geralmente sua fender stratocaster modelo signature), e seus amplificadores (geralmente fender ou Marshall).

Mas o próprio guitarrista alega que tal resultado também é obtido pelo posicionamento, dos seus pedais no palco ou na sala de estúdio. Mas como assim?

Pois é, para aqueles que já são fãs do guitarrista sabem o quanto ele pode ser chato em relação ao local em que seus pedais estão posicionados, para Johnson o fato de um pedal estar alguns centímetros para esquerda ou para a direita, mais ou menos angulado em relação ao piso faz toda a diferença.

O Início

Nascido em uma família com fortes influências musicais, Eric, juntamente com suas 3 irmãs, iniciaram o estudo de piano logo cedo. Aos 11 anos idade, influenciado por músicos como Jimi Hendrix, Chet Atkins, John McLaughlin, Wes Montgomery e Django Reinhardt, começou a tocar guitarra.

Em 1974 com 20 anos de idade, ele entrou na banda The Electromagnets (formada por Stephen Barber nos teclados, Kyle Brock nos baixos e Bill Maddox na bateria), banda de jazz-rock com grande influência de Jimi Hendrix, com a qual gravou dois álbuns em 1975 (Electromagnets e Electromagnets II) e fez turnê até 1977, quando saiu da banda.

Após o fim da banda, Eric Johnson formou o trio Eric Johnson Group, que chegou a gravar um ótimo álbum em 1978 (Seven Worlds), mas devido a inúmeros problemas com a gravadora, o álbum só foi lançado duas décadas depois.

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Carreira Solo, Consagração e Prêmio Grammy

em 1986, Eric Johnson lançou Tones, seu álbum de estreia em uma grande gravadora, com a participação de Roscoe Beck no baixo e Tommy Taylor na bateria. A canção “Zap” foi indicada, em 1987, ao prêmio Grammy na categoria “Best Rock Instrumental Performance”, o que acabou dando excelente reputação a Johnson.

Em 1987, ele trocou a gravadora Warner Bros. pela Capitol Records. Foi com este selo que foi lançado, em 1990, o aclamado Ah Via Musicom, com o qual Johnson finalmente ganhou o reconhecimento de várias revistas de guitarra.

Este álbum entrou para a história por ser o primeiro a conter 3 músicas instrumentais entre as Top 10 da Billboard. Foi neste álbum que ele gravou Cliffs of Dover, que lhe renderia um prêmio Grammy na categoria “Best Rock Instrumental Performance”, em 1992.

No período que seguiu ao lançamento deste disco, Johnson foi nomeado 5 vezes o melhor guitarrista na categoria “Overall” e foi incluído no Hall of Fame da Guitar Player.

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